Além do Físico

"Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe vossa vã filosofia"

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 Nesse post, selecionei alguns trechos do livro "Mãos de Luz", de Barbara Brennan, uma excepcional clarividente e curadora espiritual. Seu livro está disponível em nossa seção de Downloads. Aqui ela fala sobre os efeitos eminentemente observáveis das drogas sobre a aura. No próximo artigo, postarei sobre o uso das drogas na magia cerimonial e na bruxaria antiga.
Minha única observação em relação ao efeito das drogas na aura foi nessa semana. Três rapazes haviam acabado de fumar maconha e sentaram na minha frente, na sala de aula. O cheiro, é claro, era insuportável, mas a energia era pior. A aura tornou-se pegajosa e escorregadia, assumiu um tom de verde acizentado que vinha lentamente na minha direção (eu não vejo a aura com os olhos abertos, percebo-a com o a visão interior). Alguns dos chakras aparentemente giravam no sentido contrário, para sugar a energia alheia. Usei a energia do capim-cidreira para elevar a minha vibração e depois fiz uma limpeza geral no local e na aura de meus amigos, que também estavam próximos. O capim-cidreira é ótimo para abrir os chakras superiores e acelerar as vibrações do campo áurico, recomendo!

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Drogas como o LSD, a maconha, a cocaína e o álcool prejudicam as cores brilhantes e saudáveis da aura e criam o “muco etérico”, exatamente como faz a doença. A Figura E mostra o efeito da inalação de cocaína sobre a aura da pessoa. Todas as vezes que ela cheirava cocaína no sábado à noite, na sessão das
tardes de terça-feira apresentava uma porção de muco etérico cinzento, pegajoso, no lado direito do rosto e da cabeça, ao passo que o lado esquerdo continuava relativamente claro.
A Figura F mostra a aura de um homem que fez muitas viagens de LSD e ingeriu muito álcool. A aura é de um marrom esverdeado sujo. A mancha verde suja, que se movia lentamente para baixo e não era liberada, correlacionava-se com os seus sentimentos mistos, não-diferenciados e contidos, de raiva, inveja e dor. Se ele tivesse sido capaz de separar os sentimentos, compreender-lhes a essência, expressá-los e liberá-los, tenho a certeza de que a mancha se teria separado, em matizes mais brilhantes e mais claros, das cores correspondentes — vermelho, verde e cinza — e, em seguida, se afastado. Em virtude, porém, da quantidade de contaminação escura do campo, esse homem tem de levar a efeito uma limpeza enérgica e profunda a fim de remover o muco etérico antes de poder elevar seu nível de energia a uma altura bastante para clarear e mover seus sentimentos.


Um Peso “Aparente” na Aura

 A Figura G mostra um homem que também se entregara, durante anos, ao consumo de drogas, como o LSD e a maconha, com a resultante aura verde suja. O resíduo das experiências aparece no canto superior direito. A impressão de peso provém do fato de que ele sempre mantinha a cabeça num ângulo que parecia
equilibrar a forma, a qual permanecia na mesma posição semana após semana.
Quando lha mostrei, ele pôde vê-la. (Usou um espelho.) Para afastar a forma, teria também (além do que já foi mencionado) de renunciar às drogas e limpar o seu campo. Além do trabalho com o corpo, recomendei-lhe jejum e uma dieta de limpeza. Ele poderia então aumentar a força do campo de energia e dissipar o resíduo acumulado.

As drogas exercem grande influência na aura. Tenho visto formas escuras de energia no fígado, causadas por drogas ingeridas em várias moléstias anteriores. A hepatite deixa uma cor amarelo-laranja no fígado anos depois de estar a moléstia supostamente curada. Tenho visto o corante radiopaco, que se emprega no exame da espinha, injetado na coluna para diagnosticar ferimentos dez anos após a injeção, embora se suponha que ele tenha sido removido pelo corpo um ou dois meses depois. A quimioterapia atravanca todo o campo áurico, especialmente o ligado, com energia semelhante ao muco e coloração castanho-esverdeada. A terapêutica de radiação desgasta as camadas estruturadas do campo áurico como se fosse uma meia queimada de náilon. A cirurgia deixa cicatrizes na primeira camada do campo e, às vezes, em todo o percurso até a sétima camada. Essas cicatrizes, desfigurações e bloqueios só se curam quando se ajuda o corpo físico a curar-se: se a distorção for para a esquerda, o corpo físico se curará com maior dificuldade. Quando se remove um órgão, o órgão etérico correspondente ainda pode ser reconstruído e serve para
manter a harmonia nos corpos áuricos acima do corpo físico. Gosto de imaginar que, algum dia, com maior conhecimento do campo áurico e da bioquímica, seremos capazes de fazer órgãos removidos voltarem a crescer.

[Sobre um caso de tratamento em que uma droga mostrou-se excepcionalmente benéfica para o paciente]:
David se apresentou para a derradeira sessão parecendo muito diferente. Sua aura estava duas vezes mais brilhante e muito maior que de costume. Abrira-se o casulo. Perguntei-lhe o que lhe acontecera. Ele respondeu que tomara uma droga popularmente denominada êxtase, ou MDMA, droga sintética da classe da feniletilamína, síntese de metamfetamina e do safrole, durante o fim de semana. Depois de uma inspeção mais aturada, vi que o MDMA lhe abrira o lado esquerdo da glândula pineal. O muco proveniente do terceiro olho, ali colocado parcialmente por ele haver bebido e tomado LSD fora removido do lado direito. Havia ainda trabalho para se fazer, mas a mudança global registrada no campo de David era assombrosa.
Visto que os meus reparos haviam mostrado sempre que as drogas psicotrópicas exercem um efeito negativo sobre a aura, interroguei Heyoan nesse sentido. Disse ele: “Isso depende de quem a toma e da configuração do seu campo no momento de tomá-la. Como o sexto chakra de David estava bloqueado, e já lhe chegara o momento de trabalhar por abri-lo, a droga exerceu um efeito forte. Mas se a pessoa precisasse concentrar-se num chakra diferente, é muito provável que o efeito tivesse sido negativo.”

Um dos maiores problemas provocados pelo uso das drogas e da cirurgia são os tremendos efeitos colaterais que eles criam muito amiúde. As drogas são prescritas a partir do conhecimento do funcionamento do corpo físico, mas elas também contêm energias nas esferas superiores que, naturalmente, afetam os corpos superiores. Os efeitos dessas drogas sobre os corpos superiores não têm sido estudados diretamente
quando se testam as drogas para serem usadas. Ao contrário, só se percebem os efeitos das energias mais elevadas quando elas são finalmente lançadas no corpo físico. Tenho visto o pós-efeito das drogas persistir na aura durante períodos de até dez anos após a sua ingestão. Uma droga, por exemplo, usada antigamente para curar hepatite, passou a causar, cinco anos mais tarde, deficiências imunológicas. Um corante vermelho, colocado na coluna espinhal com finalidades exploratórias, passou a inibir a cura de nervos espinhais dez anos depois.
 

5 comentários:

Muito legal a postagem e o seu blog!!
Como vai ter uma lua azul no fim do mes queria saber mais sobre ela, tire essa duvida pra mim por favor?!

Lua Azul é a denominação para a segunda lua cheia que ocorre em um mesmo mês. Isso acontece pq o nosso calendário é sólar, e ocorrem 13 luas cheias em um ano, fazendo com que haja duas em um mesmo mês.
Então, na prática, a Lua Azul é uma Lua Cheia como todas as outras, embora muito tenha se falado e inventado sobre ela. Dizem que ela tem mais poder, mas os ciclos da Lua não dependem de quaisquer calendários que usemos, serão sempre os mesmos.

Esta perfeito este site meus parabéns agora eu gostaria de pedir q voce publicasse sobre a Bruxaria Ancestral por favor seria muito interessante

Muito obrigado e sugestão aceita! Só preciso arrumar um tempinho para fazer umas pesquisas em meus livros.

gostaria de informações sobre o uso de ayahuasca como o trabalho no campo astral acontece. e se é nocivo fazer uso da bebiba junto com dependentes quimicos, estar compartilhando da bebida no mesmo ambiente que esses individuos

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Faço Psicologia na USP, tenho 22 anos, sou bruxo, magista e médium, sempre em busca das verdades espirituais. Encontro prazer imenso na leitura, que nos possibilita viajar através de dimensões, espaço e tempo num folhear de páginas.

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